quarta-feira, 2 de maio de 2012

Resistência



A Resistência foi um supergrupo português. Foi uma das bandas que mais marcaram a música portuguesa, principalmente entre o fim da década de 1980 e o início da década de 1990. O projeto consistiu na união de esforços entre vários músicos, provenientes de outras andanças, e na transformação, adaptação e nova orquestração de temas trazidos por eles (e não só) para uma vertente mais acústica e virada para uma valorização da "voz" como instrumento, e na junção dessas mesmas vozes, mostrando a força da união. Os temas, quando interpretados pela Resistência, ganharam vida nova e uma alma genuína, nunca antes vista.
O grupo era constituído por Alexandre Frazão na bateria, Rui Luís Pereira (Dudas) na guitarra, Fernando Cunha na voz e guitarras, Fernando Júdice e Yuri Daniel no baixo, Fredo Mergner na guitarra, José Salgueiro na percussão, Miguel Ângelo na voz, Olavo Bilac na voz, Pedro Ayres Magalhães na voz e guitarras e Tim também na voz e guitarras.


História
Como tudo começou
Na cidade de Lisboa, na edição da Feira do Livro de 1989, deu-se o primeiro passo para a criação do projeto que mais tarde se iria designar por Resistência. Teresa Salgueiro, Anabela Rodrigues e Filipa Pais, ao lado de Pedro Ayres Magalhães, o mentor do projeto, estiveram presentes numa sessão experimental primordial.
Na seguinte reunião, as vozes femininas dos Madredeus, Mler Ife Dada e Lua Extravagante, deram a vez a um elenco completamente masculino, cujo núcleo contou com Pedro Ayres Magalhães, Miguel Ângelo, Tim, Fernando Cunha e Olavo Bilac (nesta altura já existiam os Santos & Pecadores, mas ainda não tinham gravado). A esse rol de artistas juntaram-se uma série de nomes tais como José Salgueiro e Alexandre Frazão na bateria e percussões, Rui Luís Pereira (Dudas) e Fredo Mergner nas guitarras e também Fernando Júdice e Yuri Daniel no baixo. A voz de Olavo Bilac juntou-se ao projeto e o elenco ficou completo, com três vozes principais e seis guitarras acústicas.


Os temas do sucesso

Temas como "Não Sou o Único", dos Xutos & Pontapés e "Nasce Selvagem" dos Delfins foram adaptados pelo novo grupo e muito rapidamente se transformaram nos principais hinos da Resistência. No São Luís, em Lisboa, a Resistência apresentou em concerto os temas "Só no Mar", "Nunca Mais", "Marcha dos Desalinhados", "No Meu Quarto" e "Aquele Inverno", além do grande sucesso, "Circo de Feras". Estes temas, entre outros, vieram a fazer parte do disco de estreia, "Palavras ao Vento".
or ordem alfabética dos títulos dos temas, passamos a associar a origem de cada tema da Resistência, no que diz respeito à banda ou artista a que originalmente pertence:
  • "A Noite" (Sitiados)
  • "Amanhã é Sempre Longe Demais" (Rádio Macau)
  • "Aquele Inverno" (Miguel Ângelo / Fernando Cunha) - Delfins
  • "Chamaram-me Cigano" (Zeca Afonso)
  • "Circo de Feras" (Tim) - Xutos & Pontapés
  • "Erva Daninha" (António Variações) - Tema não acabado
  • "Esta Cidade" (João Gentil) - Xutos & Pontapés
  • "Fado" (Pedro Ayres Magalhães / Paulo Pedro Gonçalves / António José de Almeida) - Heróis do Mar
  • "Fim" (João Gil) - Trovante
  • "Finisterra" (Rui Luís Pereira - Dudas)
  • "Liberdade" (Pedro Ayres Magalhães)
  • "Marcha dos Desalinhados" (Miguel Ângelo / Fernando Cunha) - Delfins
  • "Mano a Mano" (Pedro Ayres Magalhães) - Madredeus
  • "Não Sou o Único" (Zé Pedro) - Xutos & Pontapés
  • "Nasce Selvagem" (Miguel Ângelo / Fernando Cunha) - Delfins
  • "No Meu Quarto" (Miguel Ângelo / Fernando Cunha) - Delfins
  • "Nunca Mais" (Pedro Ayres Magalhães) - Heróis do Mar
  • "Perigo" (João Gil) - Trovante
  • "Prisão Em Si" (Tim) - Xutos & Pontapés
  • "Que Amor Não me Engana" (Zeca Afonso)
  • "Só no Mar" (António José de Almeida / Pedro Ayres Magalhães) - Heróis do Mar
  • "Traz Outro Amigo Também" (Zeca Afonso)
  • "Um Lugar ao Sol" (Miguel Ângelo / Fernando Cunha) - Delfins
  • "Timor" (Pedro Ayres Magalhães)
  • "Voz-Amália-de-Nós" (António Variações)


O impacto dos discos

O primeiro registo, "Palavras ao Vento", chegou às lojas em 1991, tendo sido gravado em Outubro e Novembro do mesmo ano, nos estúdios Êxito (Lisboa), com Jonathan Miller e Tó Pinheiro da Silva (Engenheiros de Som) e Paula Margarida e Rui Silva (Assistentes de Som). A masterização ficou também a cargo de Jonathan Miller, embora feita nos CTS Studios, em Wembley, Inglaterra.
No ano seguinte a banda rumou à estrada, conseguindo o feito de trinta concertos no total, durante o Verão. Foi uma prova dura para a banda, mas superada com distinção.
Após a dupla-platina conquistada, a Resistência apresentou mais um disco em 1992. "Mano a Mano". O segundo disco tomou forma com os mesmos músicos do primeiro trabalho, mas verificou-se alguma inovação. O disco "Mano a Mano" incluía temas como "Timor", "Esta Cidade", "Perigo", "Fim", "Prisão em Si", e ainda os bem sucedidos "Um Lugar ao Sol" , "A Noite" e "Aquele Inverno".


Feitos à estrada

Já no fim do ano, regressam aos palcos no Porto e em Lisboa, tendo as atuações na capital originado um álbum ao vivo editado em 1993. O disco "Ao Vivo no Armazém 22" apresentou algum material inédito e incluía também uma introdução escrita de autoria de Pedro Ayres Magalhães.
1993 Também ficou marcado pelo retorno aos espetáculos, que encaminhou a Resistência a vinte cidades de Portugal. O grupo participa também no primeiro "Portugal ao Vivo", em Alvalade.
O grupo lança também o vídeo "Ao Volante do Éter".



Os últimos cartuchos
No seguinte ano de 1994, foram convidados a participar numa homenagem a José Afonso a que se chamou "Filhos da Madrugada", um cd duplo. O tema "Chamaram-me Cigano" foi o escolhido para a homenagem e é a terceira faixa do segundo disco. No fim de Junho seguinte, aliás, como muitas outras bandas portuguesas que integraram o projeto simbólico, a Resistência participou também no concerto de apresentação, que teve lugar no então Estádio José de Alvalade.
A última ação do grupo foi uma a participação num disco de tributo a António Variações denominado "Variações - As Canções de António", com o tema "Voz-Amália-de-Nós".


O fim (será?)

Apesar da obrigação para com a editora em gravar um quarto álbum, a banda está inativa desde 1994. Os músicos que estavam nela envolvidos retornaram aos seus respetivos projetos.
A Resistência foi, sem sombra de dúvida, um projeto que enalteceu a música portuguesa e a "cena" musical portuguesa como um todo. Deu também um novo alento às bandas e autores que "emprestaram" os seus elementos e músicas à causa. Fica no ar a certeza de todos os que vibraram com aquele conjunto de vozes e guitarras durante aqueles anos, e que continuam a fazê-lo a até hoje, de que se a Resistência tem continuado, ou se ela volta, só tem coisas boas para dar à música portuguesa...
Em 2012 é lançada a compilação "As Vozes de Uma Geração" com todos os temas dos dois primeiros álbuns, os temas "Voz-Amália-De-Nós" e "Chamaram-Me Cigano" e dois temas do álbum ao vivo. Acresce ainda um livro com um texto biográfico do jornalista António Pires, dezenas de fotos de Augusto Brázio e as letras de todas as canções.

Suzanne Vega



Suzanne Nadine Vega (Santa Mônica, Califórnia, 11 de julho de 1959) é uma cantora norte americana. Tornou-se conhecida mundialmente com a canção "Luka", presente no álbum Solitude Standing de 1987.
Vida e início de carreira
Filha de Pat Vega (de origem alemã e sueca) e Richard Peck (de ascendência inglesa, escocesa e irlandesa). O casal se divorciou logo após o nascimento de Suzanne e sua mãe, Pat, casou-se novamente, com um escritor e professor porto-riquenho chamado Edgardo Vega Yunque, também conhecido como Ed Vega. Devido à origem étnica do padrasto, Suzanne cresceu e viveu grande parte de sua juventude em uma região de Manhattan, Nova Iorque, habitada predominantemente por latinos.
Por volta de 1968, com nove anos de idade, começou a se interessar por literatura, escrevendo poemas. Com 14 anos, escreveu sua primeira canção.
Tempos depois, se matriculou no notório Fiorello H. LaGuardia High School of Performing Arts, onde estudou dança moderna até meados de 1977.
Suzanne, posteriormente, entrou no Bernard College onde estudou literatura inglesa. Lá, começou a participar de um grupo de cantores, sendo influenciada pelo compositor canadense Leonard Cohen.
Dispondo de apenas uma viola, Suzanne apresentava suas canções, como forte influência do folk, em bares situados em Greenwich Village. Algumas vezes, se apresentou no Folk Club, um dos locais em que Bob Dylan se apresentou, nos primeiros anos de sua carreira, entre 1960 e 1961.
O seu bom desempenho nas apresentações propiciaram- lhe seu primeiro contrato para gravação, pela gravadora A&M (que já havia se recusado em outras oportunidades), em 1983. O resultado foi seu álbum de estreia, autointitulado.



Álbum autointitulado
O álbum Suzanne Vega foi lançado em 1985, tendo como produtores Steve Addabbo e Lenny Kaye. Muito elogiado pela crítica especializada nos Estados Unidos, o álbum foi disco de platina no Reino Unido. Em sua terra-natal foram vendidas aproximadamente 200 mil cópias. O clip da canção Marlene on the Wall foi exibido em várias emissoras de televisão, destacando-se o VH1 e a MTV.

Solitude Standing

A fama mundial veio com o álbum Solitude Standing de 1987, elogiado por crítica e público. A canção Luka, tocou nas rádios do mundo inteiro. Apesar do ritmo alegre e vocal ameno, a letra era triste e falava sobre uma criança que vivia em um apartamento, onde era constantemente agredida fisicamente. No entanto, o teor da letra passou despercebido pelo público de vários países de língua diferente da inglesa onde a música fez sucesso.
Foram vendidas mais de um milhão de cópias, influenciando vários artistas folk, rendendo uma turnê mundial.
A canção Tom's Dinner, presente no mesmo álbum, foi remixada anos mais tarde, sem permissão da cantora, por uma dupla de produtores britânicos chamada The DNA Disciples. O álbum Oh Suzanne (com a música) fez muito sucesso o que chamou a atenção da gravadora de Suzanne, A&M, decide processar os dois artistas. A cantora, no entanto, resolve permitir que a canção fosse relançada como um single.



Days of Open Hand

Lançado em 1990, Days of Open Hand mostrou uma evolução no estilo: de folk para música experimental. Embora o folk ainda estivesse presente, tal mudança não foi bem aceita por público e crítica e, o álbum, teve poucas vendas.
Produzido pelo então namorado de Suzanne, Anton Sanko, o álbum teve a participação do músico Philip Glass.



99.9 Fº

No ano de 1992, foi lançado 99.9 Fº (referência aos graus de Fahrenheit). Novamente, houve uma mudança no estilo: o folk foi aliado à música eletrônica. O público e a crítica musical, mais uma vez, criticaram o trabalho da cantora.
Durante esse período de divulgação do álbum, Suzanne se casou com o produtor Mitchell Froom e, dois anos mais tarde, se tornou mãe, com o nascimento de Ruby.




terça-feira, 1 de maio de 2012

Pedro Abrunhosa



Pedro Machado Abrunhosa (20 de Dezembro de 1960, Porto), é um cantor e compositor português.

  
Biografia
Inicia cedo os estudos musicais mas mais seriamente em 1976. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto, após o que estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho. Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack. Aos dezasseis anos já dava aulas na Escola de Música do Porto. Pouco depois ensinava também no ensino oficial, na Escola do Hot Clube, em Lisboa, e na Escola de Música Caiús. Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a Escola de Jazz do Porto e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve.
Trabalha nesta área por toda a Europa com Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood, Steve Brown, Todd Coolman, Billy Hart, Bill Dobbins, Dave Schnitter, Jack Walrath, Boulou Ferré, Elios Ferré, Ramon Cardo, Frankie Rose, Vicent Penasse e Tommy Halferty.
Em Abril de 1994 é editado o álbum “Viagens”, gravado conjuntamente com os “Bandemónio”. O disco é um enorme sucesso atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação especial do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espetáculos em apenas dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, Itália e outros.
Lança em 1995 o Maxi-single F e um livro que causam um inesperado impacto.
Compôe a música Se Eu Fosse Um dia o Teu Olhar para a banda sonora do filme Adão e Eva que bate todos os recordes de bilheteira.
Em 13 de Novembro de 1996 edita “Tempo”, agora com uma nova formação dos Bandemónio. “Tempo” vende acima das 180.000 unidades, ultrapassando a marca de quádrupla platina. Para este álbum trabalou em Minneapolis, Memphis e Nova Iorque com a banda de Prince, os New Power Generation, e Tom Tucker, seu engenheiro principal. Participam ainda Carlos do Carmo, Opus Ensemble e Rui Veloso. É editado o disco "Tempo - Versões e Reimixes".
Escreve, compõe e produz o musical “Rapaz de Papel”, encomenda do Festival dos Cem Dias. Posteriormente grava todas estas músicas no álbum “Amanhecer” de Diana Basto.
É convidado por Caetano Veloso a realizar um espetáculo conjunto na Expo 98. É convidado pelo realizador Manoel de Oliveira para protagonista masculino do filme “A Carta”, rodado em Paris, Itália, Nova Iorque, Lisboa e Londres. Contracena com Chiara Mastroianni. Com esse filme, laureado no Festival de Cinema de Cannes com o Grande Prémio do Júri, tem a oportunidade de fazer a famosa “subida dos 24 degraus”.
As suas canções são gravadas e interpretadas no Brasil por artistas como Caetano Veloso, Lenine, Zélia Duncan, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Syang, Rio Soul, Edson Cordeiro, entre outros.
Em 1999 edita Silêncio, um disco de viragem extremamente importante para a carreira dos Bandemónio mas que fica aquém das vendas dos dois discos anteriores: ultrapassa as 40.000 unidades, atingindo a marca de platina.
Em 2002 editou Momento, um êxito de vendas e airplay em todas as rádios nacionais, e atingindo novamente a marca de dupla-platina, com vendas superiores a 90.000 unidades. Durante dois anos, a canção “Momento (Uma Espécie de Céu)” foi a mais tocada em Portugal.
Em 2003 edita o álbum triplo, “Palco”, resultado dos emblemáticos concertos ao vivo com os Bandemónio e os HornHeads de Prince. Com o disco palco, dupla platina, atinge vendas de 72.000 unidades. Um disco inclui duetos com Lenine e Zélia Duncan.
Em 2004 encerra o Rock in Rio Lisboa, concerto integrado na sua digressão 2002/2004 com mais de 120 espetáculos realizados.
Entretanto, tem feito palestras, debates e conferências por todo o país, sobretudo em Faculdades, Escolas, Bibliotecas ou afins. Escreveu para a TSF, Magazine Artes, Fórum Estudante e tem trabalhos editados nas mais variadas publicações.
Em 2006 participou numa das músicas do álbum de estreia da banda portuguesa Cindy Kat, música essa - A Saída. Editou ainda o livro Canções, que rapidamente esgota, contendo partituras das suas mais emblemáticas músicas.
Lançou em 3 de Abril de 2007 o single Quem me leva os meus fantasmas, o primeiro single do novo álbum Luz lançado em 25 de Junho de 2007.
O primeiro concerto de Pedro Abrunhosa e Bandemónio após o lançamento do álbum Luz teve lugar no espaço Paradise Garage em Lisboa, na noite de 26 de Junho de 2007. É acompanhado ao vivo e em estúdio por: João André - baixo, Cláudio Souto - Teclas, Edgar Caramelo - Saxofone, Pedro Martins - Bateria e Marco Nunes - Guitarra
Pedro Abrunhosa anunciou um novo álbum já com data de edição que o musico tem vindo a apresentar ao vivo, agora separado dos Bandemónio e com a sua nova banda, os Comité Caviar.
A 7 de Fevereiro de 2010 Pedro Abrunhosa foi protagonista de uma queda durante o programa 'Ídolos' da SIC quando se preparava para uma dupla atuação como convidado. Abrunhosa não sofreu ferimentos e até reagiu com humor. O cantor portuense rapidamente se recompôs e interpretou dois temas com os finalistas.
Desde 12 de Abril de 2010 o seu álbum "Longe" encontra-se disponível nos locais habituais, data em que também foi lançado o seu mais recente website - http://www.abrunhosa.com/. A aparência do site modifica-se conforme a hora do dia em que se visita, acompanhada por efeitos sonoros adaptados à hora e local que as imagens de fundo evocam. Foi um projeto desenvolvido por duas empresas do Porto: Basepoint (Desenvolvimento) - http://www.basepoint.pt - e Campo Visual (Design) - http://www.campovisual.com -.
O álbum "Longe" foi apresentado na Casa da Música, no Porto, a 2 de Maio de 2010, estando nessa altura no 1º lugar no top de vendas.
Em 23 de maio de 2010, apresentou-se, num dueto, ao lado da diva brasileira Ivete Sangalo, durante a Gala de entrega dos Globos de Ouro, promovida pela SIC. No encontro, os dois cantaram uma canção de autoria do próprio Abrunhosa chamada "Fazer o que ainda Não Foi Feito".
É um dos embaixadores da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à pirataria na Internet.




Discografia

Álbuns
  • 1994 - Viagens
  • 1996 - Tempo
  • 1999 - Silêncio
  • 2002 - Momento
  • 2007 - Luz
  • 2010 - Longe


Bryan Adams


Bryan Guy Adams, mais conhecido como Bryan Adams (Kingston, 5 de novembro de 1959), é um cantor, compositor e fotógrafo canadense.


Biografia
Filho de pais britânicos, aos dez anos ganhou a sua primeira viola e aos doze comprou a sua primeira guitarra. Aos catorze anos mudou-se para Vancouver e começou a participar de audições como guitarrista. Bryan Adams passou parte da sua infância e adolescência em Portugal, dada a profissão de seu pai, embaixador. Viveu em Birre, perto de Cascais, a cerca de 25 km de Lisboa, o que fez com que aprendesse a Língua Portuguesa.


Vida pessoal
Bryan Adams vive atualmente em união de facto com Alicia Grimaldi, nascida em 1980, sua agente artística desde 2004. Desta relação tem uma filha, Mirabella Bunny, nascida a 22 de Abril de 2011.
Além de cantor, compositor, produtor, Bryan Adams também é fotógrafo e já lançou três livros de fotografias, quase sempre inspirado em musas canadenses.
É também amigo de infância do ator Michael J. Fox.
Adams, um defensor dos Direitos dos animais tornou-se vegetariano por volta dos 28 anos e hoje é completamente vegan


Carreira
Aos quinze anos abandonou a escola e juntou-se a uma banda como vocalista fazendo digressões pelo Canadá. Em l1977 conheceu Jim Vallance e juntos começaram a escrever canções, não tardando muito para que as suas músicas começassem a ser tocadas por outros. Aos dezoito anos assinou o seu primeiro contracto com a "A&M Canada".
Em 1980 lançou o álbum Bryan Adams. Seguindo-se os álbuns You Want It You Got It (1981) e Cuts Like a Knife (1983).
1984 Foi o ano da edição de Reckless que continha temas como "Run To You", "Somebody" ou "Heaven". O disco foi um enorme sucesso em vários países.
No ano de 1987 foi editado o álbum Into the Fire. Em 1990 participou com vários músicos, Cyndi Lauper, Van Morrison, Scorpions e outros no concerto de Roger Waters, "The wall in Berlim".
O álbum Waking up the neighbours, lançado em 1991, produzido por Mutt Lange, continha a balada "(Everything I do) I do it for you" (da autoria de Michael Kamen); da banda sonora de "Robin Hood: Prince of Thieves" que foi um enorme êxito em todo o mundo. A seguir surgiu o disco "So far so good" contendo os maiores sucessos até então.
A carreira musical de Adams inclui vários duetos e colaborações, designadamente com: Tina Turner ("It’s Only Love") e lMelanie C ("When You’re Gone").
Entrou no "Canada Wall of Fame". Em 1990 foi nomeado "Member of the Order of Canada" e promovido a "officer" em 1998
Entrou no "Hollywood Walk of Fame" em 2011.



Discografia
Álbuns de estúdio

  • Bryan Adams (1980)
  • You Want It You Got It (1981)
  • Cuts Like a Knife (1983)
  • Reckless (1984)
  • Into the Fire (1987)
  • Waking Up the Neighbours (1991)
  • 18 til I Die (1996)
  • On a Day Like Today (1998)
  • Room Service (2004)
  • 11 (2008)